08h00 - quinta, 20/06/2019

AHSA defende melhores
condições de acolhimento

AHSA defende melhores condições de acolhimento

Resolver a questão do acolhimento e da integração dos cidadãos estrangeiros a trabalhar nas explorações horto-frutícolas do concelho de Odemira tem de ser uma prioridade, no sentido de garantir o desenvolvimento de um sector que já movimenta anualmente mais de 200 milhões de euros. A posição é assumida pela Associação dos Horticultores, FGruticultores e Floricultores dos Concelhos de Odemira e Aljezur (AHSA), com sede em Odemira e que congrega duas dezenas de empresas ligadas ao sector.
Em comunicado enviado ao "SW", a AHSA frisa ser "fundamental" actuar "de forma concertada, com os vários actores do território, na perspectiva de melhor gerir o dinamismo que se espera de um território de enorme potencial, como é este do Sudoeste Alentejano".
Segundo a associação, o sector debate-se, "desde há uns anos a esta parte, com uma situação crónica de escassez de mão-de-obra nacional", sendo obrigado recorrer a cidadãos estrangeiros. Nesse sentido, afirma a AHSA, "criar condições de acolhimento e de integração deverá ser o verdadeiro tema em discussão", defendendo o alojamento deste tipo de colaboradores "dentro das próprias unidades de produção agrícola, em estruturas temporárias construídas para o efeito".
No comunicado, a AHSA explica ainda que nos mais de 80.000 hectares de área de Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), apenas em 7.000 hectares se pratica algum tipo de agricultura, dos quais 300 hectares através de estufas e 1.300 hectares com algum tipo de cobertura – ou seja, "menos de 2% da área do PNSACV e de 0,7% da área total do concelho" de Odemira.
Por isso mesmo, a AHSA afirma não se rever na moção do PS pelo desenvolvimento sustentável de Odemira.


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Data: 15/11/2019
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