11h00 - quinta, 10/10/2019

Encontro da Canção
de Protesto em Grândola

Encontro da Canção de Protesto em Grândola

A cantiga ainda é uma "arma"? O que são hoje e o que representam as canções de protesto nos dias (e nos tempos) que correm? Estas são algumas das questões que vai estar no centro da discussão ao longo quatro dias em Grândola, que acolhe mais uma edição do "Encontro da Canção de Protesto".
A iniciativa decorre entre esta quinta-feira e domingo, 10 a 13 de Outubro, no cine-teatro Grandolense e é promovida pelo Observatório da Canção de Protesto, que resulta da parceria entre a Câmara de Grândola, Associação José Afonso, Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical, Instituto de Etnomusicologia/Centro de Estudos em Música e Dança e Instituto de História Contemporânea, todos da Universidade de Lisboa.
O encontro arranca nesta quinta-feira, 10, pelas 18h00, com a inauguração da exposição "Discos na luta". Trata-se de uma mostra de capas de discos de vinil da colecção privada de Hugo Castro, que dá a conhecer a canção de protesto na produção discográfica dos anos 60 e 70 do século passado. E pelas 21h30 é exibido o documentário "A cantiga era uma arma", de Joaquim Vieira.
Na sexta-feira, 11, às 21h00, tem lugar o espectáculo de poesia "É urgente construir certas palavras", com alunos do Agrupamento de Escolas de Grândola. E às 21h30 sobem ao palco o músico Luís Galrito e o poeta/ performer Napoleão Mira.
O debate "Os processos de produção fonográfica e a música popular portuguesa" (10h00) "abre" o programa do encontro no sábado, 12, seguindo-se as sessões "Juventude Musical Portuguesa, GAC e Coro Popular 'O Horizonte é Vermelho': Música e política no contexto revolucionário português" (11h45), "José Afonso: Umha forte relaçom com a Galiza" (14h30) e "Novos protestos, outras canções" (16h15). À noite, a partir das 21h30, tem lugar uma sessão de canto livre com Francisco Fanhais, João Lóio, Manuel Freire, Samuel Quedas e Tino Flores.
O "Encontro da Canção de Protesto 2019" termina no domingo, 13, com um espectáculo dedicado a canções de resistência portuguesas executado pela Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense (15h00).
Às 15h30 é apresentado o novo site do Observatório da Canção de Protesto (em https://ocprotesto.org), seguindo-se, às 15h45m o encontro-colóquio "Canção de protesto: Expressões, memória, suportes e futuro", com a participação de João Carlos Callixto, Joaquim Vieira, José Fortes, Manuel Freire, Mário Correia, Salwa Castelo-Branco, Samuel Quedas, Soraia Simões e Viriato Teles.
A fechar, pelas 17h00, haverá cante alentejano com o Grupo Coral Etnográfico "Vila Morena".


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Data: 01/11/2019
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