07h00 - quarta, 15/07/2020

EDP fecha central de
Sines em Janeiro de 2021

EDP fecha central de Sines em Janeiro de 2021

Trinta e cinco anos depois da sua entrada em produção, a central termoeléctrica de Sines vai ser encerrada em Janeiro de 2021. O anúncio foi feito esta terça-feira, 14, pela EDP, que decidiu antecipar o encerramento das suas centrais a carvão na Península Ibérica em virtude do facto de a produção de energia depender"cada vez mais de fontes renováveis".
Fonte oficial da empresa adianta ao "SW" que as perspectivas de viabilidade das centrais a carvão "diminuíram drasticamente" nos últimos tempos, sendo que no caso de Sines a central "está parada desde 25 de Janeiro, após um ano em que a geração de energia eléctrica a partir do carvão caiu cerca de 50% face a 2018".
Por isso mesmo, na terça-feira, 14, a EDP entregou à DirecçãoGeral de Energia e Geologia (DGEG) a declaração de renúncia à licença de produção para que possa encerrar a actividadeda central de Sines em Janeiro de 2021.
"A EDP dá assim início ao processo de encerramento da maior central termoeléctrica portuguesa (1.180 MW de potência) ao fim de 35 anos em operação", confirma a empresa, explicando que central de Sines "irá ainda vender em mercado a energia produzida pela queima do carvão que restar em stock" e só então avançará"com o descomissionamento e desmantelamento da central".
No mesmo dia em que a EDP anunciou o encerramento da central de Sines, o presidente da Câmara Municipal local reuniu com a administração da EDP Produção "para encontrar soluções que minimizem os impactos" que esta decisão "poderão vir a ter na região".
"Os trabalhadores da EDP e os sinienses sabem o empenho que a Câmara Municipal tem colocado na defesa dos seus interesses e da estabilidade económica e social desta comunidade. É necessário salvaguardar o futuro de centenas de trabalhadores, não só dos que operam directamente na central, mas também de muitos outros, que trabalham nos sectores de actividade que lhe estão associados", refere Nuno Mascarenhas.
O autarca adianta ainda que tem estado em contacto com diversas entidades, nomeadamente sindicatos, Instituto de Emprego e Formação Profissional, Segurança Social e Secretaria de Estado da Energia, no sentido"de serem discutidas as medidas de mitigação dos impactos do encerramento da central termoeléctrica".
Nuno Mascarenhas revela que foi igualmente acordada uma reunião, "a realizar com carácter de urgência, entre todas as entidades que possam contribuir para a elaboração de medidas de política pública que minimizem os impactos sociais e económicos desta decisão".


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Data: 18/09/2020
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