07h00 - sexta, 24/09/2021

Sines e Santiago:
Autarcas em funções
querem terceiro mandato

Sines e Santiago: Autarcas em funções querem terceiro mandato

Os presidentes das câmaras de Sines e de Santiago do Cacém, Nuno Mascarenhas (PS) e Álvaro Beijinha (CDU), respetivamente, buscam ser eleitos para um terceiro mandato neste domingo, 26, mas a oposição em ambos os concelhos também ambiciona uma vitória nas Autárquicas.

Sines
São cinco os candidatos à presidência da Câmara de Sines, entre os quais Nuno Mascarenhas, o socialista que dirige a autarquia desde 2013. Candidato a um terceiro (e último mandato), Mascarenhas assume que este "é o momento para dizer presente e continuar a trabalhar para o desenvolvimento" do concelho, que tem de "continuar a ser um destino de investimento", a "valorizar" os seus ativos turísticos e a ter no "centro das políticas" municipais o emprego e as pessoas.
Para ser reeleito, Nuno Mascarenhas tem de ultrapassar a concorrência de quatro incumbentes, entre os quais Jaime Cáceres, da CDU, que nos últimos anos desempenhou funções autárquicas no concelho vizinho de Santiago do Cacém, primeiro como presidente da Junta de Freguesia de Santo André e, neste último mandato, como vereador na Câmara Municipal local.
Nesta corrida eleitoral há ainda que contar com o movimento independente "MAISines", que tem o professor e consultor António Braz como cabeça-de-lista. Trata-se de uma candidatura que tem como objetivo "garantir" que as futuras gerações tenham "uma cidade melhor" do que a que eles próprios encontraram, afiança o candidato.
Pelo PSD avança em Sines o fadista Nuno da Câmara Pereira, que diz ser candidato por acreditar que "há uma mais-valia" na sua experiência de vida, profissional e pessoal, que lhe permite "dar muito" ao concelho e aos seus habitantes.
Por fim, o operador de cais portuário Jorge Maia é o candidato do Chega à Câmara de Sines, tendo já definido o emprego e a habitação social como os principais problemas "a corrigir" no concelho.
Nas eleições de 2017, o PS venceu em Sines com 58,59% dos votos, elegendo cinco dos sete vereadores da autarquia. Com um vereador cada ficaram a CDU (16,39%) e o movimento SIM – Sines Interessa Mais (15,26%).

Santiago do Cacém
A Câmara de Santiago do Cacém é governada por coligações lideradas pelo PCP desde 1976 e dificilmente esse quadro mudará em 2021. Álvaro Beijinha é novamente o cabeça-de-lista da CDU, tentando ser reeleito a 26 de setembro para um terceiro (e último) mandato, depois de oito anos marcados, segundo a coligação, pela "captação de novos investimentos económicos" para o concelho e pela "requalificação dos espaços públicos".
Para contrariar a "hegemonia" comunista no concelho, o PS candidata o empresário Artur Ceia, com "mais de três décadas dedicadas à causa pública" e que, de acordo com os socialistas, apresenta "capacidade de adaptação à diversidade de funções e polivalência, a par das suas características de homem afável, voluntarioso, congregador de vontades, bom ouvinte, trabalhador e persistente".
Ainda à esquerda, o Bloco tem como candidato à Câmara de Santiago do Cacém o técnico de operações industriais Bruno Candeias. Uma candidatura que, segundo os bloquistas, visa "lutar pela melhoria das condições de vida das populações" e rejeita "todas as formas de austeridade".
À direita, o empresário (e atual vereador) Luís Santos é a aposta da coligação PSD/CDS
-PP em Santiago do Cacém, com o próprio a assumir a ambição protagonizar "uma gestão diferente da que tem sido feita", "mais eficaz" e que resolva os problemas do "dia-a-dia da vida das pessoas".
Finalmente, o Chega candidata em Santiago do Cacém o técnico de operação, segurança industrial e emergência Rúben Rosa, que pretende "fazer muitas mudanças" para desenvolver o concelho, que na sua opinião "tem estado estagnado" nos últimos anos "em relação a outros municípios".
Nas últimas eleições, em 2017, a CDU garantiu maioria absoluta na Câmara de Santiago do Cacém, com 45,61% dos votos e quatro vereadores. O PS garantiu dois vereadores (27,20%) e a coligação PSD/CDS-PP um (15,37%).


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