07h00 - segunda-feira, 27/01/2025
Imigrantes são fundamentais
Imigrantes são fundamentais
para empresas agrícolas do Sudoeste
Mais de três quartos das empresas hortofrutícolas do Sudoeste Alentejano consideram os imigrantes fundamentais para o sucesso da sua atividade, no âmbito da qual “mais de metade” dos postos de trabalho são ocupados por estrangeiros.
Estas são algumas das principais conclusões da segunda edição do Barómetro da Associação de Horticultores, Fruticultores e Floricultores dos Concelhos de Odemira e Aljezur (AHSA), que foi realizado junto de mais de 40 empresas suas associadas, entre 31 de outubro e 27 de novembro de 2024.
Segundo o estudo, “a maioria das empresas agrícolas do Sudoeste Alentejano (83%) considera os imigrantes fundamentais para o sucesso da atividade”.
No que respeita aos principais países de origem dos trabalhadores imigrantes nas empresas agrícolas dos concelhos de Odemira e de Aljezur, a lista é encabeçada pelo Nepal (mencionado por 86% das empresas), seguindo-se a Índia (48%) e a Tailândia (41%).
No entender da AHSA, estes números refletem “a diversidade e o contributo destas comunidades para o setor” agrícola neste território e obrigaram já a investimentos na criação de condições de alojamento, uma das dificuldades apontadas pelas empresas.
A “indisponibilidade de alojamento adequado” para os trabalhadores foi apontada por 62% dos inquiridos e, na opinião de 59% dos associados, esta situação reflete-se na “permanência de imigrantes em Portugal”.
De acordo com s segunda edição do Barómetro da AHSA, “a maioria das empresas (35%) já investiu, pelo menos, até 50 mil euros em soluções habitacionais para os seus trabalhadores migrantes”, sendo que “mais de 20% dos inquiridos revelaram investimentos superiores a um milhão de euros em habitação para os [seus] colaboradores”.
As conclusões do Barómetro da AHSA levam o presidente da associação, Luís Mesquita Dias, a sublinhar que “os trabalhadores imigrantes são hoje um pilar essencial da agricultura no Sudoeste alentejano, evidenciando a necessidade de políticas públicas mais alinhadas com as exigências do setor”.
“Este Barómetro destaca a oportunidade de melhorar as condições de integração e de garantir processos de recrutamento justos e transparentes, beneficiando tanto os trabalhadores como as empresas e promovendo a harmonização do setor”, argumenta o gestor.
Estas são algumas das principais conclusões da segunda edição do Barómetro da Associação de Horticultores, Fruticultores e Floricultores dos Concelhos de Odemira e Aljezur (AHSA), que foi realizado junto de mais de 40 empresas suas associadas, entre 31 de outubro e 27 de novembro de 2024.
Segundo o estudo, “a maioria das empresas agrícolas do Sudoeste Alentejano (83%) considera os imigrantes fundamentais para o sucesso da atividade”.
No que respeita aos principais países de origem dos trabalhadores imigrantes nas empresas agrícolas dos concelhos de Odemira e de Aljezur, a lista é encabeçada pelo Nepal (mencionado por 86% das empresas), seguindo-se a Índia (48%) e a Tailândia (41%).
No entender da AHSA, estes números refletem “a diversidade e o contributo destas comunidades para o setor” agrícola neste território e obrigaram já a investimentos na criação de condições de alojamento, uma das dificuldades apontadas pelas empresas.
A “indisponibilidade de alojamento adequado” para os trabalhadores foi apontada por 62% dos inquiridos e, na opinião de 59% dos associados, esta situação reflete-se na “permanência de imigrantes em Portugal”.
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