quinta-feira, 08/01/2026

Um ano de muita exigência... e paciência!

Carlos Pinto
O ano de 2026 já cá está e com ele chegaram também mais dúvidas que certezas, sendo de esperar meses de grande exigência para todos nós: comunidade, famílias e empresas.
Desde logo, vamos ter um novo Presidente da República, que seja ele qual for será, seguramente, bastante diferente no estilo e na ação do atual ocupante do Palácio de Belém. E se alguns dos candidatos são garantia de estabilidade, coerência, tolerância e respeito pela Constituição, existem outros – com reais hipóteses de vitória – que poderão ser uma verdadeira ameaça às fundações da democracia nascida há quase 52 anos, numa manhã “clara e limpa” de abril.
Não bastasse esta incerteza, que pode mexer profundamente no “xadrez político” e afetar a governação do país, que não está sustentada em nenhuma maioria partidária clara, temos ainda a possibilidade do regresso ao défice orçamental e um aumento generalizado do custo de vida, que traz cada vez maior pressão a famílias e empresas.
E depois temos tudo o resto que nos chega do mundo, com conflitos militares sem fim à vista em várias latitudes e com o presidente da (ainda) maior potência mundial armado em cowboy, disposto a afrontar tudo e todos em nome dos superiores interesses dos norte-americanos (que não são, necessariamente, os de todos nós).
A forma como o Presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, foi detido no início do ano, num enredo digno de uma série da Netflix e fundada em acusações por provar, devem-nos alertar para a possibilidade de o pior estar para vir. É certo que Maduro era (é) um ditador facínora, que empurrou a sua população para a miséria social e económica, mas a sua deposição devia chegar pelas mãos do povo e com respeito pelo direito internacional, nunca por iniciativa justiceira e com foco… no petróleo. E a seguir pode vir a Gronelândia… e a consequente implosão da NATO.
Por tudo isto, 2026 poderá ser um dos anos mais intensos das nossas vidas. Que estejamos atentos e tudo façamos para preservar os maiores bens que nos assistem: a liberdade e a paz.
Desde logo, vamos ter um novo Presidente da República, que seja ele qual for será, seguramente, bastante diferente no estilo e na ação do atual ocupante do Palácio de Belém. E se alguns dos candidatos são garantia de estabilidade, coerência, tolerância e respeito pela Constituição, existem outros – com reais hipóteses de vitória – que poderão ser uma verdadeira ameaça às fundações da democracia nascida há quase 52 anos, numa manhã “clara e limpa” de abril.
Não bastasse esta incerteza, que pode mexer profundamente no “xadrez político” e afetar a governação do país, que não está sustentada em nenhuma maioria partidária clara, temos ainda a possibilidade do regresso ao défice orçamental e um aumento generalizado do custo de vida, que traz cada vez maior pressão a famílias e empresas.
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