07h00 - quinta-feira, 27/02/2025
Moços do Mira ambicionam
Moços do Mira ambicionam
“marcar gerações mais novas”
Eles são jovens, apaixonados pelo cante alentejano e ambicionam “marcar as gerações mais novas” com as suas canções! Eles são o grupo Moços do Mira, de Odemira, que fez a sua estreia em palco há menos de um ano e que acaba de lançar o seu disco de estreia, intitulado “Alentejo, onde foste?”.
Formado pelos vocalistas Afonso Campos, de 22 anos, e Pedro Serápio, de 20, e Pedro Silva (que também toca guitarra clássica), de 19, e pelo guitarrista David Silva, de 25, o grupo Moços do Mira “nasceu” em março de 2024, quando foi convidado para atuar na Gala do Centenário do Odemirense.
“Esse espetáculo foi divulgado nas redes sociais e começaram a surgir propostas de concertos no concelho”, conta ao “SW” Afonso Campos, lembrando que desde então o grupo já teve mais de 20 espetáculos, com destaque para as atuações no Quintal da Música, em Odemira, ou durante a última edição da FACECO, em São Teotónio.
Mas antes de todos estes espetáculos pelos “quatro cantos” do concelho, já os quatro jovens odemirenses tinham uma forte “ligação” com a tradição do cante alentejano.
“Esta paixão surgiu ao ouvirmos os mais velhos a cantar modas em diversas situações”, revela Pedro Serápio, apontando como “grandes influências” dos Moços do Mira os grupos Coral de Odemira e Atar e Pôr ao Fumeiro. “Estes grupos moldaram a nossa conceção de interpretar o cante alentejano”, acrescenta.
Apesar da sua carreira ainda ser curta, os Moços do Mira sabem bem o que querem para o futuro. “O nosso objetivo é alargar a nossa abrangência e atuar com mais regularidade não só dentro como fora do nosso concelho. E ambicionamos, ainda, marcar as gerações mais novas com as nossas músicas, fazendo com que a nossa cultura de cante alentejano seja preservada”, indica Pedro Silva.
Para tal, o grupo acaba de editar “Alentejo, onde foste?”, o seu disco de estreia, que foi apresentado publicamente no passado sábado, 15, no cineteatro Camacho Costa, em Odemira, com “lotação esgotada”.
Segundo David Silva, o disco “levou quatro meses para ser gravado” e “teve a participação, para além dos instrumentos base do grupo, do contrabaixo”. O resultado final, acrescentou, “ficou melhor do que esperávamos pelas condições de gravação, edição e masterização do estúdio Toca a Gravar e pela inclusão do contrabaixo nas músicas do álbum”.
“Alentejo, onde feste?” pode agora ser adquirido através das redes sociais do grupo ou durante os concertos dos Moços do Mira em 2025. “Já temos cerca de nove concertos agendados, o próximo no dia 29 de março no Festival do Medronho em Sabóia. Mas o concerto que estamos mais ansiosos por realizar vai ser o nosso primeiro concerto fora do país, para uma comunidade portuguesa na Suíça, em Sion, no dia 24 de maio”, conclui Afonso Campos.
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