07h00 - quarta-feira, 11/03/2026
Nova Escola Superior
Nova Escola Superior
do Politécnico de Setúbal
em Sines aprovada
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) deu “luz verde” ao Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) para criar uma nova escola superior em Sines, que será focada nas áreas de sustentabilidade, indústria e tecnologias digitais.
Em comunicado enviado ao “SW”, a nova unidade orgânica, a sexta a ser criada pelo IPS e em desenvolvimento desde 2021, vai receber a denominação de Escola Superior de Sustentabilidade, Indústria e Tecnologias Digitais.
Após a aprovação governamental por parte do MECI, o IPS vai agora avançar para a revisão dos seus estatutos e construção dos estatutos provisórios da escola, bem como para a constituição de uma comissão instaladora com a missão de assegurar a gestão do processo de preparação e implementação da futura escola superior.
A nova resposta irá assumir “uma natureza interdisciplinar que pretende dar resposta à necessidade de profissionais altamente qualificados para as infraestruturas logísticas, energéticas, digitais e industriais implantadas naquele território”, refere a instituição.
Citada no comunicado, a presidente do IPS, Ângela Lemos, afirma que com este projeto a instituição “reforça condições” para “aprofundar” a sua ligação “ao tecido económico e social do Alentejo Litoral, reforçando a transferência de conhecimento e inovação para setores estratégicos como a energia, a logística e a indústria, atraindo talento qualificado e contribuindo para o fortalecimento do sistema científico, tecnológico e produtivo nacional”.
O IPS acrescenta que a nova escola superior em Sines será a primeira “oferta continuada de ensino superior público no Alentejo Litoral, com um leque alargado de formação, entre microcredenciais, cursos técnicos superiores profissionais (CTeSP), licenciaturas, pós-graduações, mestrados e também a possibilidade de programas de doutoramento, orientados para responder aos desafios da transição logística, energética, digital e industrial do território”.
A instituição destaca igualmente a “articulação estratégica” com a Câmara de Sines, “que garantiu a cedência de terrenos para a construção da residência de estudantes, atualmente em curso e cuja conclusão se prevê para 2026, disponibilizando cerca de 50 camas”.
Esta parceria institucional vem “reforçar a missão do IPS na promoção de um ensino superior de proximidade, profundamente alinhado com as necessidades e o potencial estratégico do território, contribuindo para a qualificação de recursos humanos, a inovação e a transição sustentável do 'cluster' industrial, logístico e energético de Sines e do Alentejo Litoral”, conclui Ângela Lemos.
Em comunicado enviado ao “SW”, a nova unidade orgânica, a sexta a ser criada pelo IPS e em desenvolvimento desde 2021, vai receber a denominação de Escola Superior de Sustentabilidade, Indústria e Tecnologias Digitais.
Após a aprovação governamental por parte do MECI, o IPS vai agora avançar para a revisão dos seus estatutos e construção dos estatutos provisórios da escola, bem como para a constituição de uma comissão instaladora com a missão de assegurar a gestão do processo de preparação e implementação da futura escola superior.
A nova resposta irá assumir “uma natureza interdisciplinar que pretende dar resposta à necessidade de profissionais altamente qualificados para as infraestruturas logísticas, energéticas, digitais e industriais implantadas naquele território”, refere a instituição.
Citada no comunicado, a presidente do IPS, Ângela Lemos, afirma que com este projeto a instituição “reforça condições” para “aprofundar” a sua ligação “ao tecido económico e social do Alentejo Litoral, reforçando a transferência de conhecimento e inovação para setores estratégicos como a energia, a logística e a indústria, atraindo talento qualificado e contribuindo para o fortalecimento do sistema científico, tecnológico e produtivo nacional”.
O IPS acrescenta que a nova escola superior em Sines será a primeira “oferta continuada de ensino superior público no Alentejo Litoral, com um leque alargado de formação, entre microcredenciais, cursos técnicos superiores profissionais (CTeSP), licenciaturas, pós-graduações, mestrados e também a possibilidade de programas de doutoramento, orientados para responder aos desafios da transição logística, energética, digital e industrial do território”.
A instituição destaca igualmente a “articulação estratégica” com a Câmara de Sines, “que garantiu a cedência de terrenos para a construção da residência de estudantes, atualmente em curso e cuja conclusão se prevê para 2026, disponibilizando cerca de 50 camas”.
Esta parceria institucional vem “reforçar a missão do IPS na promoção de um ensino superior de proximidade, profundamente alinhado com as necessidades e o potencial estratégico do território, contribuindo para a qualificação de recursos humanos, a inovação e a transição sustentável do 'cluster' industrial, logístico e energético de Sines e do Alentejo Litoral”, conclui Ângela Lemos.
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