07h00 - terça-feira, 02/12/2025
Câmara de Alcácer do Sal
Câmara de Alcácer do Sal
contra Mina da Lagoa Salgada
A Câmara de Alcácer do Sal já submeteu o seu parecer desfavorável ao projeto da Mina da Lagoa Salgada, previsto para este concelho e para o de Grândola, no âmbito da consulta pública referente à reformulação deste investimento.
Segundo a presidente da autarquia, a socialista Clarisse Campos, o projeto “não é uma mais-valia” para o concelho e “vai ter impactos negativos” no território, “nomeadamente no aquífero, porque continua a não estar salvaguardada a sua proteção […] e o risco de contaminação dessas águas subterrâneas que alimentam uma grande parte” da população”.
Em comunicado, a Câmara de Alcácer do Sal explica que o parecer técnico que serve de base a esta decisão reconhece que o projeto reformulado apresenta “a alteração do processo de tratamento mineralúrgico com eliminação do processo de lixiviação e fundição de ouro e prata”, o que “conduziu à eliminação do cianeto de sódio do processo”, mas “continuarão a ser utilizadas substâncias perigosas”.
Logo, “os impactos até podem reduzir, mas mantêm-se presentes”, acrescenta a autarquia.
Nesse âmbito, continua a Câmara Municipal, a principal preocupação manifestada “prende-se com as previsíveis consequências que aquela exploração de minério poderia ter na quantidade e na qualidade da água disponível para consumo das populações locais”.
Em causa está a proximidade da área em análise a “várias captações públicas de águas subterrâneas, fundamentais para o abastecimento das populações de Vale de Guizo, Mil-Brejos Batão, Rio de Moinhos e Torrão”, que é necessário proteger, sustenta o município.
No parecer da autarquia, é ainda refere-se que as medidas compensatórias dos efeitos expectáveis em termos de redução das emissões de gases “não são suficientes” e, no que toca à anunciada criação de emprego e consequente efeito favorável na economia, “entende-se que o saldo só será positivo se a criação de novos [empregos] não colocar em causa os postos de trabalho existentes, tal como a qualidade de vida e saúde da população local”.
Em conclusão, a Câmara de Alcácer do Sal considera “que a implementação do projeto da Mina da Lagoa Salgada não beneficiará o concelho de Alcácer do Sal, prevendo-se mesmo um agravamento da qualidade do ambiente”.
Segundo a presidente da autarquia, a socialista Clarisse Campos, o projeto “não é uma mais-valia” para o concelho e “vai ter impactos negativos” no território, “nomeadamente no aquífero, porque continua a não estar salvaguardada a sua proteção […] e o risco de contaminação dessas águas subterrâneas que alimentam uma grande parte” da população”.
Em comunicado, a Câmara de Alcácer do Sal explica que o parecer técnico que serve de base a esta decisão reconhece que o projeto reformulado apresenta “a alteração do processo de tratamento mineralúrgico com eliminação do processo de lixiviação e fundição de ouro e prata”, o que “conduziu à eliminação do cianeto de sódio do processo”, mas “continuarão a ser utilizadas substâncias perigosas”.
Logo, “os impactos até podem reduzir, mas mantêm-se presentes”, acrescenta a autarquia.
Nesse âmbito, continua a Câmara Municipal, a principal preocupação manifestada “prende-se com as previsíveis consequências que aquela exploração de minério poderia ter na quantidade e na qualidade da água disponível para consumo das populações locais”.
Em causa está a proximidade da área em análise a “várias captações públicas de águas subterrâneas, fundamentais para o abastecimento das populações de Vale de Guizo, Mil-Brejos Batão, Rio de Moinhos e Torrão”, que é necessário proteger, sustenta o município.
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Em conclusão, a Câmara de Alcácer do Sal considera “que a implementação do projeto da Mina da Lagoa Salgada não beneficiará o concelho de Alcácer do Sal, prevendo-se mesmo um agravamento da qualidade do ambiente”.
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