07h00 - sexta-feira, 27/02/2026
Presidente da APCO diz que
Presidente da APCO diz que
na instituição “nunca se para!”
Dias depois de inaugurar o novo Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI) da instituição, a presidente da Associação de Paralisia Cerebral de Odemira (APCO), Manuela Forte, revela ao “SW” que há ainda muito por fazer no seio de uma instituição prestes a cumprir 25 anos de existência.
O que representa para a APCO a inauguração do Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI)?
Representa um sonho cumprido, efetivamente. Vamos fazer 25 anos este ano e podermos estar neste momento num edifício como este é um sonho que se cumpre, porque estávamos em espaços muito mais exíguos e, portanto, todo o trabalho que desenvolvemos obviamente que era afetado por isso. Podermos estar neste edifício é realmente um sonho cumprido. E é claramente uma oportunidade para melhorarmos o trabalho que desenvolvemos.
Depois da inauguração desta nova resposta, o que se segue?
Não se pode parar e nesta casa nunca se para! Em primeiro lugar, vamos ter que retirar deste edifício tudo aquilo que ele ainda nos pode dar. Ou seja, criar respostas inovadoras, trabalhos diferentes daquilo que costumamos fazer e aproveitar o espaço onde estamos. Depois, dizer que está tudo concluído não podemos, porque não está. O nosso lar tem capacidade para 24 pessoas e podíamos ter outro com as mesmas 24 [camas] que estaria cheio depois de amanhã. O próprio espaço onde estamos só tem capacidade para 30 pessoas e o concelho tem muito mais necessidades que nós vamos ter que encontrar soluções para dar resposta a estas famílias e a estas pessoas. Portanto, está ainda muita coisa para fazer, mas é para isto que cá estamos, para tentar encontrar soluções.
A APCO vai celebrar 25 anos em breve. Sente que a população olha para associação como uma instituição de referência no concelho?
Absolutamente! Temos sempre um feedback por parte da comunidade muito positivo e temos esse reconhecimento por parte da comunidade. Temos imensos parceiros da comunidade que estão connosco, empresas, entidades, que manifestam sempre esse carinho para com a instituição. Portanto, nesse aspeto, somos uns sortudos!
O que representa para a APCO a inauguração do Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI)?
Representa um sonho cumprido, efetivamente. Vamos fazer 25 anos este ano e podermos estar neste momento num edifício como este é um sonho que se cumpre, porque estávamos em espaços muito mais exíguos e, portanto, todo o trabalho que desenvolvemos obviamente que era afetado por isso. Podermos estar neste edifício é realmente um sonho cumprido. E é claramente uma oportunidade para melhorarmos o trabalho que desenvolvemos.
Depois da inauguração desta nova resposta, o que se segue?
Não se pode parar e nesta casa nunca se para! Em primeiro lugar, vamos ter que retirar deste edifício tudo aquilo que ele ainda nos pode dar. Ou seja, criar respostas inovadoras, trabalhos diferentes daquilo que costumamos fazer e aproveitar o espaço onde estamos. Depois, dizer que está tudo concluído não podemos, porque não está. O nosso lar tem capacidade para 24 pessoas e podíamos ter outro com as mesmas 24 [camas] que estaria cheio depois de amanhã. O próprio espaço onde estamos só tem capacidade para 30 pessoas e o concelho tem muito mais necessidades que nós vamos ter que encontrar soluções para dar resposta a estas famílias e a estas pessoas. Portanto, está ainda muita coisa para fazer, mas é para isto que cá estamos, para tentar encontrar soluções.
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