07h00 - terça-feira, 12/06/2018
Colos pode ficar sem balcão
Colos pode ficar sem balcão
da Caixa Geral de Depósitos
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) deverá encerrar no início de Julho o seu balcão na vila de Colos, no concelho de Odemira, medida que está já a ser bastante contestada pela população local e pelas concelhias do PS e do Bloco de Esquerda.
De acordo com a CGD, o encerramento de balcões decorre do plano estratégico negociado com as autoridades europeias em 2016, garantindo que “todos os clientes das agências a encerrar continuarão a beneficiar das mesmas condições na sua nova agência”.
O eventual fecho da agência da CGD em Colos é contestada pelo PS de Odemira, que em comunicado lembra que esta situação deixará quatro freguesias do concelho “desprovidas de qualquer agência bancária”.
“A confirmar-se esta situação a CGD não tem em conta o contexto sócio-económico, as especificidades geográficas e sociais do território, ignorando inclusive a estratégia de coesão territorial definida pelas políticas públicas de valorização do interior. Mais ainda, parece desconhecer ou simplesmente se esqueceu do facto de não haver alternativas a uma agência bancária que serve actualmente as freguesias de Colos, Vale de Santiago, São Martinho das Amoreiras e Relíquias”, afirmam os socialistas.
O PS de Odemira dizem ainda não entender o critério para encerrar um balcão “que apresenta resultados positivos” e conta actualmente “com mais de três mil clientes”, garantindo estar disponível “para apoiar todas as acções que possam levar à reversão desta situação”.
Também o Bloco de Esquerda de Odemira contesta o eventual encerramento do balcão da CGD em Colos, até porque “esta é a única agência bancária em todo o interior norte do concelho de Odemira”, como alerta o deputado municipal Pedro Gonçalves.
“A verificar-se mais este encerramento, será mais um golpe nestas freguesias, depois de tantos outros encerramentos de serviços essenciais, de extinção de freguesias, encerramentos de escolas, extensões de saúde, deslocalizações de farmácias e outros”, acrescenta o dirigente bloquista.
Face a esta situação, o Bloco de Esquerda já solicitou ao presidente da Câmara de Odemira informação sobre este encerramento e qual a atitude que o Município pretende tomar.
De acordo com a CGD, o encerramento de balcões decorre do plano estratégico negociado com as autoridades europeias em 2016, garantindo que “todos os clientes das agências a encerrar continuarão a beneficiar das mesmas condições na sua nova agência”.
O eventual fecho da agência da CGD em Colos é contestada pelo PS de Odemira, que em comunicado lembra que esta situação deixará quatro freguesias do concelho “desprovidas de qualquer agência bancária”.
“A confirmar-se esta situação a CGD não tem em conta o contexto sócio-económico, as especificidades geográficas e sociais do território, ignorando inclusive a estratégia de coesão territorial definida pelas políticas públicas de valorização do interior. Mais ainda, parece desconhecer ou simplesmente se esqueceu do facto de não haver alternativas a uma agência bancária que serve actualmente as freguesias de Colos, Vale de Santiago, São Martinho das Amoreiras e Relíquias”, afirmam os socialistas.
O PS de Odemira dizem ainda não entender o critério para encerrar um balcão “que apresenta resultados positivos” e conta actualmente “com mais de três mil clientes”, garantindo estar disponível “para apoiar todas as acções que possam levar à reversão desta situação”.
Também o Bloco de Esquerda de Odemira contesta o eventual encerramento do balcão da CGD em Colos, até porque “esta é a única agência bancária em todo o interior norte do concelho de Odemira”, como alerta o deputado municipal Pedro Gonçalves.
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