07h00 - quinta-feira, 17/07/2025
“FACECO pretender
“FACECO pretender
ser a ‘face’ de Odemira”
Na véspera do arranque da 33ª edição da FACECO, o vice-presidente da Câmara de Odemira, Ricardo Cardoso, reconhece a importância do evento para a promoção do território e das atividades económicas e culturais existentes no concelho. A FACECO mostra “aquilo que se faz todo ano e em todo o território, de uma forma condensada num único espaço”, sintetiza o autarca.
Qual a importância da FACECO para o concelho de Odemira?
A FACECO pretende ser realmente a “face” do concelho de Odemira, ou seja, mostrar aquilo que se faz todo ano e em todo o território, de uma forma condensada num único espaço. E aquilo que queremos, obviamente, é que as pessoas na FACECO percebam a evolução e o desenvolvimento que o concelho tem, ano após ano. Por isso vão estar representadas [no evento] as principais atividades de todo o território.
Este ano vamos ter algum tipo de novidade ou alguma aposta nova no certame?
A FACECO tem todos os anos habituado os que a visitam a ter novidades e este ano não será diferente. Para além de ser uma feira cuidada, num recinto muito atrativo, este ano vamos ter duas novidades. Desde logo, um palco performativo, ou seja, para além daquilo que é a oferta cultural habitual, também as artes performativas vão estar presentes na FACECO. E a grande novidade do certame este ano é um pavilhão inteiramente dedicado aos produtos de Odemira. Já tínhamos um pavilhão só dedicado ao artesanato, agora vamos ter um pavilhão totalmente dedicado aos principais produtos de Odemira, àquilo que bem se faz com aquilo que esta terra rica tem para oferecer.
Porquê a aposta nesse novo espaço?
Para além de ser, obviamente, uma aposta clara nos produtos que aqui se fazem, sentimos que efetivamente é uma área que tem se desenvolvido nos últimos anos de uma maneira muito significativa. Quando dizemos que o concelho é menos marcado de indústria, às vezes é importante mostrar que a transformação dos produtos locais também passa por processos transformativos industriais e, efetivamente, eles estão bem presentes em grande parte do território odemirense, desde a transformação do medronho em aguardente, o mel, o vinho, o azeite, o pão, os enchidos e tantos outros produtos que aqui tão bem se fazem. Sentimos que tem sido uma aposta dos nossos produtores e do concelho de Odemira que deve ter o destaque que merece e é isso que queremos fazer – dar destaque a todos os grandes produtores dos produtos de Odemira.
Vão ser três dias de feira. Esperam “casa cheia”, como tem sido habitual?
O que esperamos é que as pessoas que visitem o certame tenham realmente boas experiências e, portanto, que seja fácil estacionar, fácil entrar, fácil andar e comer no certame e, obviamente, que saiam com esse sentido de boa experiência, que realmente viram o que melhor se faz no concelho de Odemira, que se divertiram, que compraram os produtos locais. Esse é o nosso objetivo principal! Queremos que todos, sendo odemirenses ou que visitam o território de Odemira nesta altura, levem boas referências daquilo que viram, sentiram e viveram.
Por norma, a FACECO é também espaço de debate. Está previsto abordar algum tipo de temáticas durante estes três dias de feira?
Este ano centramo-nos em algumas apresentações, vamos ter coletividades recentemente criadas que vão ser apresentadas, a entrega de prémios, também a assinatura de alguns memorandos de entendimento… Acima de tudo isso, sentimos que as pessoas vão à feira para ver aquilo que Odemira tem para oferecer e há outras oportunidades para se poder debater aquilo que são os temas de interesse de Odemira.
Qual a importância da FACECO para o concelho de Odemira?
A FACECO pretende ser realmente a “face” do concelho de Odemira, ou seja, mostrar aquilo que se faz todo ano e em todo o território, de uma forma condensada num único espaço. E aquilo que queremos, obviamente, é que as pessoas na FACECO percebam a evolução e o desenvolvimento que o concelho tem, ano após ano. Por isso vão estar representadas [no evento] as principais atividades de todo o território.
Este ano vamos ter algum tipo de novidade ou alguma aposta nova no certame?
A FACECO tem todos os anos habituado os que a visitam a ter novidades e este ano não será diferente. Para além de ser uma feira cuidada, num recinto muito atrativo, este ano vamos ter duas novidades. Desde logo, um palco performativo, ou seja, para além daquilo que é a oferta cultural habitual, também as artes performativas vão estar presentes na FACECO. E a grande novidade do certame este ano é um pavilhão inteiramente dedicado aos produtos de Odemira. Já tínhamos um pavilhão só dedicado ao artesanato, agora vamos ter um pavilhão totalmente dedicado aos principais produtos de Odemira, àquilo que bem se faz com aquilo que esta terra rica tem para oferecer.
Porquê a aposta nesse novo espaço?
Para além de ser, obviamente, uma aposta clara nos produtos que aqui se fazem, sentimos que efetivamente é uma área que tem se desenvolvido nos últimos anos de uma maneira muito significativa. Quando dizemos que o concelho é menos marcado de indústria, às vezes é importante mostrar que a transformação dos produtos locais também passa por processos transformativos industriais e, efetivamente, eles estão bem presentes em grande parte do território odemirense, desde a transformação do medronho em aguardente, o mel, o vinho, o azeite, o pão, os enchidos e tantos outros produtos que aqui tão bem se fazem. Sentimos que tem sido uma aposta dos nossos produtores e do concelho de Odemira que deve ter o destaque que merece e é isso que queremos fazer – dar destaque a todos os grandes produtores dos produtos de Odemira.
Vão ser três dias de feira. Esperam “casa cheia”, como tem sido habitual?
O que esperamos é que as pessoas que visitem o certame tenham realmente boas experiências e, portanto, que seja fácil estacionar, fácil entrar, fácil andar e comer no certame e, obviamente, que saiam com esse sentido de boa experiência, que realmente viram o que melhor se faz no concelho de Odemira, que se divertiram, que compraram os produtos locais. Esse é o nosso objetivo principal! Queremos que todos, sendo odemirenses ou que visitam o território de Odemira nesta altura, levem boas referências daquilo que viram, sentiram e viveram.
Por norma, a FACECO é também espaço de debate. Está previsto abordar algum tipo de temáticas durante estes três dias de feira?
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