07h00 - terça-feira, 30/09/2025
Livre/BE. “Odemira
Livre/BE. “Odemira
tem de atrair mais
profissionais qualificados”
O estudante de mestrado Fausto Fialho lidera a lista da coligação Unidos por Odemira, que junta Livre e Bloco de Esquerda, à Câmara Municipal. Uma candidatura com um “projeto de futuro para o concelho e para todos os odemirenses”, assume o candidato ao “SW”.
Porque razão devem os odemirenses elegê-lo presidente do Município de Odemira a 12 de outubro?
Os odemirenses, além de me elegerem a mim, devem eleger a nossa lista. Somos gente comprometida com uma visão de desenvolvimento social e proteção ambiental ímpar no panorama político local. Depositar a confiança na coligação Unidos por Odemira é votar num projeto de futuro para o concelho e para todos os odemirenses. É votar numa equipa competente em áreas da educação, ecologia, saúde e economia. Esta equipa é composta por quem cá nasceu e por quem cá escolheu viver, unida pelo amor a Odemira e vontade de fazer mais e melhor.
Dentro do vosso programa eleitoral, que áreas serão prioritárias?
A nossa linha programática assenta em três pilares essenciais. Em primeiro, no desenvolvimento e justiça social, onde todos tenham acesso à habitação digna, ao transporte público, à saúde e à educação. Ninguém pode ficar excluído socialmente com base na sua condição económica, se vive no interior do concelho, ou pela sua origem. O segundo pilar é a defesa ambiental, elevando, por exemplo, o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina a Parque Nacional, para proteger e restaurar a nossa fauna e flora. A defesa da água como bem público, em que a gestão das águas da barragem de Santa Clara tem de ser feita com um planeamento a longo prazo, é outra bandeira que defendemos. Queremos também uma proteção mais eficaz da nossa costa, investimento em energias renováveis e o tratamento eficiente de biorresíduos. O terceiro pilar é a defesa da democracia participativa, com a garantia do verdadeiro acesso às reuniões dos órgãos municipais, assembleias cidadãs regulares e descentralizadas, e acessibilidade para todas as pessoas nos espaços públicos.
Que investimentos/projetos preconiza para o próximo mandato?
O grande investimento a ser feito no próximo mandato será na habitação pública e cooperativa, dando resposta à crise habitacional. O município tem património que deve requalificar e redirecionar para arrendamento verdadeiramente acessível e para casas de função. Por outro lado, é necessário retomar a promoção das cooperativas habitacionais, que já têm provas dadas no nosso concelho. O grande projeto que queremos lançar é o planeamento do uso da água a longo prazo, fazendo face às alterações climáticas. Em concreto, há que separar a rede de consumo humano da rede de abastecimento agrícola e delinear uma estratégia de consumo eficaz e por setor adaptada a vários cenários meteorológicos. Este plano requer ainda articulação com projetos de agricultura regenerativa, que promove a retenção de água nos solos, assim como de reflorestação do território com árvores autóctones e resilientes ao aumento da temperatura e incêndios.
O que é o que o concelho de Odemira precisa urgentemente?
Odemira tem de conseguir atrair mais profissionais qualificados para o nosso território, em áreas como a saúde e a educação. A criação de incentivos à atratividade do município para estes profissionais passa pelo aumento das casas de função, de incentivos fiscais e de uma verdadeira rede de transportes que ligue o concelho ao país, por exemplo. O concelho necessita urgentemente, também, de regular e fiscalizar a agricultura intensiva, que tem dominado a paisagem e contribuído para a destruição do nosso ecossistema e depauperamento dos recursos naturais. Por fim, urge investir na verdadeira integração da comunidade migrante, com aulas de Português Língua não Materna e de Cidadania. Ao mesmo tempo, o município tem o dever de requer às autoridades competentes que se combatam as máfias e redes de tráfico humano instaladas no nosso território, para que se alcance a paz social desejada por todos.
O que será um bom resultado para a coligação Unidos por Odemira a 12 de outubro?
O objetivo da coligação Unidos por Odemira é de eleger pelo menos dois deputados municipais e assegurar representação nas assembleias de freguesia a que concorre. Alcançar um lugar de vereação, parecendo difícil, seria uma grande vitória para nós, mas sobretudo para o município. Como tal, contamos com o apoio de quem acredita nas nossas causas, rejeitando o ódio que tenta crescer em Odemira.
Porque razão devem os odemirenses elegê-lo presidente do Município de Odemira a 12 de outubro?
Os odemirenses, além de me elegerem a mim, devem eleger a nossa lista. Somos gente comprometida com uma visão de desenvolvimento social e proteção ambiental ímpar no panorama político local. Depositar a confiança na coligação Unidos por Odemira é votar num projeto de futuro para o concelho e para todos os odemirenses. É votar numa equipa competente em áreas da educação, ecologia, saúde e economia. Esta equipa é composta por quem cá nasceu e por quem cá escolheu viver, unida pelo amor a Odemira e vontade de fazer mais e melhor.
Dentro do vosso programa eleitoral, que áreas serão prioritárias?
A nossa linha programática assenta em três pilares essenciais. Em primeiro, no desenvolvimento e justiça social, onde todos tenham acesso à habitação digna, ao transporte público, à saúde e à educação. Ninguém pode ficar excluído socialmente com base na sua condição económica, se vive no interior do concelho, ou pela sua origem. O segundo pilar é a defesa ambiental, elevando, por exemplo, o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina a Parque Nacional, para proteger e restaurar a nossa fauna e flora. A defesa da água como bem público, em que a gestão das águas da barragem de Santa Clara tem de ser feita com um planeamento a longo prazo, é outra bandeira que defendemos. Queremos também uma proteção mais eficaz da nossa costa, investimento em energias renováveis e o tratamento eficiente de biorresíduos. O terceiro pilar é a defesa da democracia participativa, com a garantia do verdadeiro acesso às reuniões dos órgãos municipais, assembleias cidadãs regulares e descentralizadas, e acessibilidade para todas as pessoas nos espaços públicos.
Que investimentos/projetos preconiza para o próximo mandato?
O grande investimento a ser feito no próximo mandato será na habitação pública e cooperativa, dando resposta à crise habitacional. O município tem património que deve requalificar e redirecionar para arrendamento verdadeiramente acessível e para casas de função. Por outro lado, é necessário retomar a promoção das cooperativas habitacionais, que já têm provas dadas no nosso concelho. O grande projeto que queremos lançar é o planeamento do uso da água a longo prazo, fazendo face às alterações climáticas. Em concreto, há que separar a rede de consumo humano da rede de abastecimento agrícola e delinear uma estratégia de consumo eficaz e por setor adaptada a vários cenários meteorológicos. Este plano requer ainda articulação com projetos de agricultura regenerativa, que promove a retenção de água nos solos, assim como de reflorestação do território com árvores autóctones e resilientes ao aumento da temperatura e incêndios.
O que é o que o concelho de Odemira precisa urgentemente?
Odemira tem de conseguir atrair mais profissionais qualificados para o nosso território, em áreas como a saúde e a educação. A criação de incentivos à atratividade do município para estes profissionais passa pelo aumento das casas de função, de incentivos fiscais e de uma verdadeira rede de transportes que ligue o concelho ao país, por exemplo. O concelho necessita urgentemente, também, de regular e fiscalizar a agricultura intensiva, que tem dominado a paisagem e contribuído para a destruição do nosso ecossistema e depauperamento dos recursos naturais. Por fim, urge investir na verdadeira integração da comunidade migrante, com aulas de Português Língua não Materna e de Cidadania. Ao mesmo tempo, o município tem o dever de requer às autoridades competentes que se combatam as máfias e redes de tráfico humano instaladas no nosso território, para que se alcance a paz social desejada por todos.
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