07h00 - terça-feira, 19/05/2026
Atividades terrestres
Atividades terrestres
são "maior ameaça" das
florestas marinhas
Atividades terrestres, como a destruição de coberto vegetal ou a utilização de pesticidas, são “as maiores ameaças” à preservação das florestas marinhas existentes na costa portuguesa, reconhece a bióloga e investigadora Ester Serrão, docente na Universidade do Algarve e coordenadora científica da 4ª edição do Festival das Florestas Marinhas, que se realiza até sexta-feira, 22, em Vila Nova de Milfontes, no concelho de Odemira.
De acordo com Ester Serrão, “as maiores ameaças às florestas marinhas [em Portugal] são as atividades terrestres, que depois têm impacto no oceano”.
Por exemplo, “quando há destruição da vegetação, provocamos erosão terrestre e existe uma série de partículas do solo que vão sendo arrastadas pelas chuvas, vão parar à costa e soterrar as florestas marinhas”, diz, acrescentando: “o facto de provocarmos erosão costeira que vai soterrar as rochas e cobri-las de sedimentos, faz com que não haja ‘habitat’, ou seja, um espaço de rocha limpa onde os pequenos estados microscópicos se possam agarrar”.
Ester Serrão aponta ainda a utilização de pesticidas e produtos químicos em meio terrestre como outra ameaça à preservação das florestas marinhas, assim como “atirar âncoras dos barcos ou fazer arrastos”.
“Deita-se uma âncora sobre corais e destruímos os corais, deita-se uma âncora sobre uma pradaria marinha e arrancamos as plantas”, ilustra.
Segundo a bióloga, as florestas marinhas “são essenciais para toda uma série de funções dos ecossistemas marinhos da costa”.
Por isso, frisa, “é importante mostrar que são ecossistemas únicos e muito ricos, mas que enfrentam desafios crescentes, ligados à ação dos seres humanos”.
A 4ª edição do Festival das Florestas Marinhas, que arrancou no dia 13 de maio, tem como objetivo “promover o conhecimento científico, a sensibilização e o envolvimento da comunidade na valorização dos ecossistemas marinhos e na proteção dos oceanos”.
A iniciativa é promovida pelo Centro de Ciências do Mar do Algarve, em parceria com o Município de Odemira, o Colégio Nossa Senhora da Graça, a Junta de Freguesia de Vila Nova de Milfontes e a Universidade do Algarve e o apoio de várias entidades.
Segundo a organização, o festival “reúne cientistas, estudantes, residentes e visitantes para um vasto conjunto de iniciativas destinadas à sensibilização para a conservação, partilha de conhecimento científico e descoberta ativa da riqueza dos 'habitats' costeiros e marinhos”.
De acordo com Ester Serrão, “as maiores ameaças às florestas marinhas [em Portugal] são as atividades terrestres, que depois têm impacto no oceano”.
Por exemplo, “quando há destruição da vegetação, provocamos erosão terrestre e existe uma série de partículas do solo que vão sendo arrastadas pelas chuvas, vão parar à costa e soterrar as florestas marinhas”, diz, acrescentando: “o facto de provocarmos erosão costeira que vai soterrar as rochas e cobri-las de sedimentos, faz com que não haja ‘habitat’, ou seja, um espaço de rocha limpa onde os pequenos estados microscópicos se possam agarrar”.
Ester Serrão aponta ainda a utilização de pesticidas e produtos químicos em meio terrestre como outra ameaça à preservação das florestas marinhas, assim como “atirar âncoras dos barcos ou fazer arrastos”.
“Deita-se uma âncora sobre corais e destruímos os corais, deita-se uma âncora sobre uma pradaria marinha e arrancamos as plantas”, ilustra.
Segundo a bióloga, as florestas marinhas “são essenciais para toda uma série de funções dos ecossistemas marinhos da costa”.
Por isso, frisa, “é importante mostrar que são ecossistemas únicos e muito ricos, mas que enfrentam desafios crescentes, ligados à ação dos seres humanos”.
A 4ª edição do Festival das Florestas Marinhas, que arrancou no dia 13 de maio, tem como objetivo “promover o conhecimento científico, a sensibilização e o envolvimento da comunidade na valorização dos ecossistemas marinhos e na proteção dos oceanos”.
A iniciativa é promovida pelo Centro de Ciências do Mar do Algarve, em parceria com o Município de Odemira, o Colégio Nossa Senhora da Graça, a Junta de Freguesia de Vila Nova de Milfontes e a Universidade do Algarve e o apoio de várias entidades.
Segundo a organização, o festival “reúne cientistas, estudantes, residentes e visitantes para um vasto conjunto de iniciativas destinadas à sensibilização para a conservação, partilha de conhecimento científico e descoberta ativa da riqueza dos 'habitats' costeiros e marinhos”.
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