07h00 - terça-feira, 26/05/2026
Novo parque eólico no
Novo parque eólico no
Alentejo Litoral não avança
A GALP não vai avançar com a construção de um novo parque eólico no Alentejo Litoral, anunciou a Câmara de Odemira.
De acordo com a autarquia, em comunicado publicado na sua página oficial na rede social Facebook, “em reunião com os promotores do Parque Eólico das Cachenas, estes transmitiram a decisão de não avançar com o projeto”.
Idealizado para garantir o fornecimento de energia elétrica renovável necessária à produção e armazenamento de hidrogénio verde na unidade da GALP em Sines, o projeto do Parque Eólico das Cachenas abrangia os territórios de quatro freguesias nos concelhos de Odemira, Santiago do Cacém e Sines.
Denominado por projeto GalpH2Park, o parque previa a instalação de 19 aerogeradores, com uma potência unitária de 6,8 MW, correspondendo a uma potência total instalada de 129,2 MW.
O projeto foi, desde início, bastante contestado pela Câmara de Odemira e pela Junta de Freguesia de Vila Nova de Milfontes, assim como por diversas associações ambientais e pela população, sendo que um petição online para a sua suspensão angariou 5.595 assinaturas.
“Em vários momentos, com sustentação no parecer da APA – Agência Portuguesa do Ambiente, a Câmara Municipal de Odemira considerou que este projeto não traria quaisquer benefícios práticos para a população, bem pelo contrário: descaraterizaria a paisagem natural e, consequentemente, colocava em causa a atratividade turística numa zona de forte atividade económica ligada ao setor”, lembra a autarquia.
Por isso, acrescenta, “este é um momento importante de afirmação da vontade coletiva no concelho de Odemira e em especial em Vila Nova de Milfontes”.
“O papel da sociedade civil foi determinante para um desfecho que salvaguarda a sustentabilidade ambiental e económica deste território”, conclui a Câmara de Odemira.
De acordo com a autarquia, em comunicado publicado na sua página oficial na rede social Facebook, “em reunião com os promotores do Parque Eólico das Cachenas, estes transmitiram a decisão de não avançar com o projeto”.
Idealizado para garantir o fornecimento de energia elétrica renovável necessária à produção e armazenamento de hidrogénio verde na unidade da GALP em Sines, o projeto do Parque Eólico das Cachenas abrangia os territórios de quatro freguesias nos concelhos de Odemira, Santiago do Cacém e Sines.
Denominado por projeto GalpH2Park, o parque previa a instalação de 19 aerogeradores, com uma potência unitária de 6,8 MW, correspondendo a uma potência total instalada de 129,2 MW.
O projeto foi, desde início, bastante contestado pela Câmara de Odemira e pela Junta de Freguesia de Vila Nova de Milfontes, assim como por diversas associações ambientais e pela população, sendo que um petição online para a sua suspensão angariou 5.595 assinaturas.
“Em vários momentos, com sustentação no parecer da APA – Agência Portuguesa do Ambiente, a Câmara Municipal de Odemira considerou que este projeto não traria quaisquer benefícios práticos para a população, bem pelo contrário: descaraterizaria a paisagem natural e, consequentemente, colocava em causa a atratividade turística numa zona de forte atividade económica ligada ao setor”, lembra a autarquia.
Por isso, acrescenta, “este é um momento importante de afirmação da vontade coletiva no concelho de Odemira e em especial em Vila Nova de Milfontes”.
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