07h00 - segunda-feira, 22/06/2026
Grândola vai reabilitar
Grândola vai reabilitar
antigo terminal rodoviário
A Câmara de Grândola vai avançar com a reabilitação do antigo terminal rodoviário da cidade, num investimento avaliado em cerca de 1,6 milhões de euros e que inclui a reformulação da Rua D. Afonso Henriques, a relocalização da praça de táxis e a criação de um cais de acostagem de autocarros, com uma zona de espera para passageiros.
O projeto, que será candidatado a apoio comunitário através do Fundo para a Transição Justa, visa “restituir a dignidade aos utentes do transporte público”, explica o presidente da Câmara Municipal, Luís Vital Alexandre.
Segundo o eleito socialista, a empreitada deve ir a concurso público “até ao final do verão”, estando previsto que o terminal fique aberto para a rua e que a praça de táxis passe a funcionar por baixo da cobertura, onde também acostarão os futuros transportes urbanos.
“Apenas o serviço Expresso e os Transporte do Alentejo Litoral pararão, num novo cais de acostagem, do lado de fora, onde atualmente estão os táxis. Mas isso acontecerá em muito melhores condições de segurança e circulação que o caos atual”, diz o edil.
O projeto de execução da empreitada, que foi aprovado com os votos a favor dos eleitos do PS e da AD e contra dos vereadores da CDU, foi incluído no Plano de Mobilidade Urbana de Grândola e integrado na rede municipal existente.
O projeto, além de melhorar as condições de conforto e segurança aos passageiros, pretende também “criar as condições para a operação de um futuro transporte urbano”.
Nesse âmbito, a Câmara de Grândola tem em fase de adjudicação a elaboração de um estudo para a introdução de transporte urbano na “vila morena”, com ligação aos bairros e aldeias limítrofes e a interoperabilidade deste transporte de proximidade com os Transportes do Alentejo Litoral, que fazem a ligação às freguesias e ao transporte intermunicipal.
“Há muito que faz falta em Grândola transporte urbano. Carreira curtas que levem as pessoas ao Centro de Saúde, que facilitem a chegada às escolas, que permitam a mobilidade de pessoas entre as zonas mais distantes do centro da vila”, justifica Luís Vital Alexandre.
A par disso, continua, “este estudo que vamos iniciar agora vai também analisar o transporte a pedido e o transporte flexível, soluções onde, por exemplo, os táxis podem ser uma mais-valia”.
O estudo procurará igualmente soluções que permitam a venda de bilhetes dos diversos transportes em modo presencial, “contribuindo para aumentar o acesso a pessoas que tenham dificuldades na aquisição por meios digitais”.
“O que queremos com esta requalificação é garantir dignidade e comodidade na prestação de um serviço público essencial. E fazer, sem adiamentos desnecessários, um percurso para chegar a uma solução integrada e que contemple toda a oferta de transportes que queremos introduzir. Tenho alguma dificuldade em compreender a política do adiamento sucessivo de soluções que são absolutamente urgentes”, conclui Luís Vital Alexandre.
O projeto, que será candidatado a apoio comunitário através do Fundo para a Transição Justa, visa “restituir a dignidade aos utentes do transporte público”, explica o presidente da Câmara Municipal, Luís Vital Alexandre.
Segundo o eleito socialista, a empreitada deve ir a concurso público “até ao final do verão”, estando previsto que o terminal fique aberto para a rua e que a praça de táxis passe a funcionar por baixo da cobertura, onde também acostarão os futuros transportes urbanos.
“Apenas o serviço Expresso e os Transporte do Alentejo Litoral pararão, num novo cais de acostagem, do lado de fora, onde atualmente estão os táxis. Mas isso acontecerá em muito melhores condições de segurança e circulação que o caos atual”, diz o edil.
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“O que queremos com esta requalificação é garantir dignidade e comodidade na prestação de um serviço público essencial. E fazer, sem adiamentos desnecessários, um percurso para chegar a uma solução integrada e que contemple toda a oferta de transportes que queremos introduzir. Tenho alguma dificuldade em compreender a política do adiamento sucessivo de soluções que são absolutamente urgentes”, conclui Luís Vital Alexandre.
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