07h00 - quinta-feira, 28/05/2026
Manifesto em defesa
Manifesto em defesa
da biodiversidade marinha
aprovado em Milfontes
Cientistas, organizações da sociedade civil, empresas ligadas ao mar e cidadãos lançaram um manifesto apelando à proteção dos ecossistemas marinhos portugueses, onde é defendida a criação de uma Estratégia Nacional para a Biodiversidade Marinha com horizonte até 2040.
O “Manifesto de Vila Nova de Milfontes – Pelo Futuro das Florestas Marinhas de Portugal” foi aprovado a 17 de maio, durante uma reunião científica realizada em Vila Nova de Milfontes, no âmbito do IV Festival das Florestas Marinhas, revela a Câmara de Odemira.
Na sessão participaram especialistas de várias universidades e centros de investigação nacionais, assim como membros de organizações ambientais, representantes da sociedade civil e operadores ligados ao mar.
No manifesto, os subscritores alertam “para a degradação crescente das florestas marinhas portuguesas, incluindo pradarias marinhas, florestas de macroalgas, jardins de corais e esponjas e outros habitats biogénicos, ecossistemas essenciais para a biodiversidade, produtividade pesqueira, proteção costeira, regulação climática e resiliência ecológica do oceano”.
O documento, enviado ao Presidente da República e ao Governo, entre outras instituições, sublinha ainda “que a evidência científica internacional demonstra que muitos ecossistemas marinhos podem ultrapassar limites ecológicos de não retorno, tornando a recuperação extremamente difícil, lenta ou mesmo impossível à escala temporal humana”.
“O tempo para agir é agora. A prevenção da degradação é muito mais eficaz do que tentar restaurar ecossistemas após o seu colapso”, defendem os promotores do manifesto.
O documento inclui também uma proposta de princípios orientadores para uma Estratégia Nacional para a Biodiversidade Marinha com um horizonte até 2040.
A estratégia assenta “numa visão integrada e de longo prazo baseada na melhor ciência disponível e amplamente apoiada pela comunidade científica nacional, sociedade civil e entidades ligadas ao mar”.
Os promotores defendem igualmente “que Portugal, detentor de uma das maiores zonas económicas exclusivas da Europa e de uma comunidade científica marinha de excelência internacional, reúne condições únicas para assumir uma liderança estratégica na conservação do oceano Atlântico”.
O “Manifesto de Vila Nova de Milfontes – Pelo Futuro das Florestas Marinhas de Portugal” foi aprovado a 17 de maio, durante uma reunião científica realizada em Vila Nova de Milfontes, no âmbito do IV Festival das Florestas Marinhas, revela a Câmara de Odemira.
Na sessão participaram especialistas de várias universidades e centros de investigação nacionais, assim como membros de organizações ambientais, representantes da sociedade civil e operadores ligados ao mar.
No manifesto, os subscritores alertam “para a degradação crescente das florestas marinhas portuguesas, incluindo pradarias marinhas, florestas de macroalgas, jardins de corais e esponjas e outros habitats biogénicos, ecossistemas essenciais para a biodiversidade, produtividade pesqueira, proteção costeira, regulação climática e resiliência ecológica do oceano”.
O documento, enviado ao Presidente da República e ao Governo, entre outras instituições, sublinha ainda “que a evidência científica internacional demonstra que muitos ecossistemas marinhos podem ultrapassar limites ecológicos de não retorno, tornando a recuperação extremamente difícil, lenta ou mesmo impossível à escala temporal humana”.
“O tempo para agir é agora. A prevenção da degradação é muito mais eficaz do que tentar restaurar ecossistemas após o seu colapso”, defendem os promotores do manifesto.
O documento inclui também uma proposta de princípios orientadores para uma Estratégia Nacional para a Biodiversidade Marinha com um horizonte até 2040.
A estratégia assenta “numa visão integrada e de longo prazo baseada na melhor ciência disponível e amplamente apoiada pela comunidade científica nacional, sociedade civil e entidades ligadas ao mar”.
Os promotores defendem igualmente “que Portugal, detentor de uma das maiores zonas económicas exclusivas da Europa e de uma comunidade científica marinha de excelência internacional, reúne condições únicas para assumir uma liderança estratégica na conservação do oceano Atlântico”.
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